“Portal Gamer TV” faz matéria sobre o Jogo Justo no Rio de Janeiro

O Portal Gamer TV realizou um trabalho interessante sobre o Jogo Justo, nesta semana que se passou. O pessoal foi até a GameTech, uma loja que vende jogos de videogame no Rio de Janeiro e também apoia nossa causa, saber o que eles pensam do Projeto Jogo Justo.  Confira!

Parabéns pela iniciativa!

Revista “Em condomínios” publica matéria sobre o Jogo Justo

Com tiragem de 330 mil exemplares, a Revista “Em condomínios” publicou uma super matéria sobre o Jogo Justo. Agradecemos Walter Tadashi pela divulgação.

Confira a matéria aqui.

Dia sem imposto ocorrerá no mês de novembro

O Jogo Justo a cada dia se torna maior. Na reunião de ontem à noite, quando tivemos casa lotada, foi decidido que o mês de novembro abrigará o dia sem impostos nos games. A data certa será informada assim que tomarmos a decisão.

Até lá esperamos juntar ainda mais a força de empresas de todos os ramos ligadas aos videogames. Quer fazer parte da nossa luta? Entre em contato conosco!

Não tem uma empresa, mas quer ajudar? Divulgue, divulgue e divulgue!

Jogo Justo sempre!

Tambor Digital, EGW e Nintendo World também apoiam o Jogo Justo

Amigos, é com enorme satisfação que anunciamos oficialmente a vocês a chegada de mais três nomes de peso da imprensa especializada brasileira ao projeto Jogo Justo: tratam-se das revistas Nintendo World e EGW, publicadas pela editora Tambor Digital.

A Tambor Digital atinge 13 milhões de brasileiros jovens e influenciadores, através
de três revistas, oito sites e o principal evento brasileiro de games: a feira Gameworld.
São mais de 250 milhões de pageviews mensais de um público jovem, influenciador, ativo no mundo virtual e real.

Seja bem vinda à bordo, Tambor!

Jornal da Globo fala sobre o alto valor dos videogames no país

Bom dia, pessoal. Estamos veiculando uma matéria feita pelo repórter Walace Lara, da Rede Globo de Televisão, que fala sobre a diferença do preço dos consoles cobrados aqui no Brasil em outras partes do mundo.

Movimento Brasil Eficiente também apoia o Jogo Justo

Bom dia gamers. Unindo as forças que possuem como pensamento comum a diminuição da carga tributária, só temos o que comemorar. É por isso que anunciamos aqui mais um apoio para nosso projeto, o do Movimento Brasil Eficiente.

O Movimento Brasil Eficiente tem por objetivo sensibilizar a população, a classe política e, sobretudo, os candidatos em fase pré-eleitoral sobre a importância de diminuir o peso da carga tributária sobre o setor produtivo, simplificar e racionalizar a complicada estrutura fiscal, melhorando a gestão dos recursos públicos.

Sem qualquer vinculação político-partidária, o MBE reúne o setor produtivo nacional, federações empresariais, empresas de segmentos variados e a sociedade civil em torno de uma proposta de reformulação fiscal e tributária com base num estudo econômico batizado de Diagnóstico Fiscal Brasileiro. Esta análise traça um roteiro de ação capaz de conduzir o crescimento econômico e a geração de empregos à média decenal de 6% ao ano, desde que a massa de tributos decline para patamares de 30% do PIB ao fim da década.

Bem-vindo à nossa luta!

Bom dia gamers. Abaixo vocês podem conferir a matéria publicada no Jornal Cidade de São José dos Pinhais & Curitiba, pelo jornalista e geólogo Nícolas Augusto Milanes, sobre o Jogo Justo. Boa leitura!

Os impostos High Tech

A internet é a principal infovia que temos hoje em dia. No caso de um eletrônico, ela nos permite explorar um produto, desmembrá-lo antes do consumidor sequer pensar em comprar. A internet nos permite também pesquisar preços em diversos locais, e entrar em contato com pessoas que trabalham com importação, e trazem o aparelho eletrônico um preço ainda relativamente alto, porém muito mais baixo do que as grandes redes de loja – que também estão importando produto, mas fazendo algo no meio do caminho que o torna mais caro. Mas quando uma empresa resolve trazer os seus produtos oficialmente ao nosso país (lembrando que mesmo assim o produto continuará sendo importado) a um preço bem mais alto do que os importadores e do que as grandes redes de lojas, tem algo errado nisso?

O caso em questão é o da Sony. Na ultima semana a empresa japonesa anunciou a tão esperada vinda oficial do Playstation 3 ao Brasil. A notícia seria ótima em diversos sentidos, se ela não fosse ruim em um único: o preço. O videogame e tocador de blu-ray da Sony custará R$1.999, um preço que ao se comparar com as lojas físicas (aproximadamente R$1.300), importadores (aproximadamente R$1.000) e até mesmo ao preço original do produto (US$300, ou aproximadamente R$600) se torna um desrespeito para o consumidor brasileiro.

Não é novidade para ninguém quando dizemos que os impostos no Brasil são altos. As empresas de tecnologia reclamam da grande burocracia para se abrir uma filial para montar os seus produtos aqui e se chegar a um preço justo. O governo também acaba dificultando um pouco a parte da importação colocando altas taxas alfandegárias, e nestes casos é sim nosso dever como cidadão tentar saber por que isso acontece, até onde é justo e até onde não é. Mas no caso da Sony, acabamos criando um mercado que compra de maneira alternativa ao produto oficial, criando uma disputa no mercado interno entre mesmos produtos de uma mesma empresa, sendo assim prejudicial para os consumidores, que sempre acabando tendo de aceitar os preços altos. As empresas que trazem os seus produtos acabam não tendo sucesso e deixam os apaixonados por tecnologia apenas na vontade.

Um exemplo de movimento contra a suposta injustiça destes impostos é o projeto Jogo Justo. A intenção do projeto idealizado por Moacyr Alves Júnior é diminuir ao máximos as altíssimas taxas em cima de jogos de videogame, mostrando o mercado em potencial que é o Brasil nesta área. O projeto está sendo estudado pela Receita Federal, e se aprovado pode entrar em vigor já no próximo ano. Para se ter uma noção, um jogo para o recém-anunciado no Brasil, o Playstation 3, iria ter uma queda de mais de 100 reais no preço. Um jogo que custa hoje na média de R$250 custaria aproximadamente R$100. E é claro que com o crescimento do mercado, viria o investimento e o interesse de diversas outras empresas.

De tempos em tempos essa discussão voltará. Às vezes pausada por Copa do Mundo, Carnaval ou escândalo na mídia, mas em ano de eleições é sempre um ponto a mais para se refletir. É claro que um projeto como o Jogo Justo é um perfeito sinal de nosso amadurecimento político, e um grande passo para mostrar que nós temos que fazer a nossa parte da tão sonhada democracia. Se o projeto dará certo é difícil dizer, mas se todos nos movimentarmos, assim como no Projeto Ficha Limpa, esses serão os primeiros de muitos a darem resultado e a servirem de exemplo para todo o mundo.

Brasileiro mostra como é a realidade dos jogos no Japão

Você já imaginou como é o mercado de games no Japão? Nosso amigo Samir Carvalho, designer mineiro que está fazendo mestrado em character design para games na Universidade de Tsukuba no Japão, nos contará um pouco mais de como funciona o mercado por lá.

“Por aqui tudo é cobrado em um imposto único, chamado ‘imposto de consumo’. Todo produto, com excecão de cigarros e bebidas, acredito eu, tem uma taxa de consumo de 5% do valor. Nao importa qual seja. De quadrinho, roupas, alimentos a Playstation 3 e carros tudo eh taxado em 5%. Jah foi menos, 3%. O sistema de tributação parece simples e transparente. Esse valor vem discriminado em todas embalagens ou etiquetas. Mais ou menos assim:

100¥ + impostos
105¥

Ou seja, o preço do produto é 100 Ienes mais os impostos, terminando em 105¥.

Assim o consumidor sabe exatamente quanto o produto custa e quanto esta pagando em imposto de consumo. Diferente do Brasil, os produtos importados não são sobretaxados. Produtos de grandes marcas internacionais como Apple são vendidos aqui em igualdade de preço com os EUA. Se converter o preço em Iene para dolar dá na mesma. Diferente do Brasil a economia é muito mais aberta e dinâmica e eles não tem medo de competir com mercados internacionais, ao invés disso investem pesado em tecnologia e muitas das grandes empresas fazem convênios com grandes universidades para promover pesquisas de desenvolvimento tecnológico.

Em função disso é possível encontrar nas lojas, Xbox e Playstation vendidos lado a lado. O interessantes é que os japoneses são bem “bairristas”, dando muito mais preferência aos produtos nacionais. As vendas de PS3 e Wii superam em muito as do Xbox, por ser americano. Outra fato interessante é ver como eles são “mimados” pelo mercado. Devido a grande demanda e mercado forte, praticamente todos jogos lançados aqui, mesmo os produzidos fora do Japão, sao comercializados em japonês! Os jogos são traduzidos e adaptados! Quando conto a meus amigos japoneses que eu joguei Zelda, Final Fantasy e afins em japonês ou em inglês, mesmo sem entender nada da história e que no Brasil é praticamente inexistente jogos em português, eles se assustam! Não entendem como se pode jogar um jogo em outra língua.

Há anos morando aqui, nunca encontrei um jogo em inglês. Fica o sonho de que um dia, com mercado forte e demanda crescente, desenvolvedores possam licenciar os games por meio de empresas brasileiras para que sejam traduzidos e lançados no Brasil em português. Não devemos esperar que a Nintendo ou Sony os traduzam e nos vendam. Devemos, nós brasileiros criarmos empresas e buscarmos convênios para que possamos traduzir esses games e revendê-los no Brasil, assim como é feito no Japão com jogos americanos. Isso geraria empregos e promoveria desenvolvimento tecnológico.

Para terminar, uma coisa que no Japão é bastante diferente: a cultura de piratear, que simplesmente não existe! “

Entenda mais sobre o Projeto Jogo Justo

O Projeto Jogo Justo, idealizado por Moacyr Alves Júnior, busca diminuir a carga tributária nos jogos importados vendidos aqui no Brasil. A intenção é mostrar por meio de um relatório baseado em informações comerciais de desenvolvedores e lojistas que o mercado de games nacional tem um enorme potencial. Como comparação, será utilizado o que ocorreu no México, quando o mercado de jogos cresceu 8 vezes após a diminuição da carga tributária. O Projeto Jogo Justo visa diminuir o preço dos games, dos aparelhos de videogame e de seus periféricos, fazendo assim com que o consumidor final tenha cada vez mais contato com os games, forma de cultura cada vez mais disseminada do mundo. Como consequência disto, o mercado nacional irá se desenvolver, além da possibilidade de mais produtoras se instalarem no Brasil, gerando de uma forma gradativa, mais empregos no setor.

O Projeto Jogo Justo foi criado dentro de uma comunidade e independe de ordem política, empresarial e da geração de lucros.
Começou a ganhar forma no segundo semestre de 2010 e no mês de novembro encontrará seu primeiro desafio, quando mostrará todo o seu potencial para a Receita Federal. Durante uma conversa em Brasília, serão apresentados os benefícios de se diminuir a carga tributária dos jogos vendidos no Brasil, onde os games passariam de R$ 250,00 para R$ 99,00
Caso seja aprovada pela Receita Federal, o plano poderá entrar em vigor já no início de 2011.

“Compra3″ também apoia o Jogo Justo

O Compra3 é um portal de compra coletiva que reúne grandes lojas da internet. O serviço consiste em oferecer os produtos destas lojas e garantir ao usuário o reembolso progressivo.

Seja bem-vindo a nossa causa!

Arvato Games também apoia o Jogo Justo

Boa tarde pessoal. Para quem não conhece, a Arvato Games é uma fornecedora líder de soluções integradas que inclui todas as etapas da cadeia de valor, da pós-produção, duplicação, preparação gestão de distribuição/cadeia de suprimentos até serviços financeiros e distribuição eletrônica de software . Toda essa cadeia de processos é apoiada por sistemas integrados de TI. Nossas soluções geram valor para os nossos clientes e garantem que eles estejam bem equipados para os desafios de seus mercados.

Seja bem-vinda a nossa luta!

Tire suas dúvidas sobre o Jogo Justo nesta quinta-feira, pela twitcam

Bom dia gamers.

Está com alguma dúvida sobre o Jogo Justo? Que tal tirá-las via internet e ao vivo?
O idealizador do projeto, Moacyr Alves Júnior estará nesta quinta-feira, a partir das 21h30, na Twitcam, tirando todas as dúvidas dos leitores e gamers.

Para participar basta ter um perfil no Twitter.

E não esqueça de seguir @jogojusto , @moacyralves, @thisimoes e @malegretti para saber o que acontece diariamente sobre o projeto.

ArenaMMO, MMO Jogos e WeAllPlay também estão com o Jogo Justo

WeallPlay Online Entertainment é uma empresa brasileira focada no mercado de jogos online, especificamente na criação e gerenciamento de comunidades e portais de informação.

WeallPlay desenvolve ferramentas e serviços para a comunidade brasileira de jogadores, para as empresas nacionais, e para as empresas estrangeiras que procuram uma maior representação dos seus jogos no mercado brasileiro.
WeallPlay é criadora da ArenaMMO maior comunidade brasileira de MMOGs (massive multiplayer online games) e representante no Brasil da rede internacional de portais de MMOs, MMOLife, publicando o portal MMOJogos.

“Estamos muito felizes de fazer parte deste grande projeto, Jogo Justo, lidamos todos os dias com empresas estrangeiras que procuram representação dos seus jogos no Brasil e na maioria das vezes o resultado não é satisfatório e acaba assustando estas empresas pelos altos custos dos impostos do mercado de games brasileiro, criando diversas dificuldades que não são encontradas em outros países com um nível de crescimento similar ao do Brasil. Parabéns a todos os responsáveis por este projeto, e a todos os sites, comunidades, e empresas que estão apoiando e participando.”

Alejandro G.Pano, diretor geral de WeallPlay Online Entertainment.

Jogo Justo ganha apoio da “Square Enix”

Sediada no Japão, a empresa é a nova apoiadora do Jogo Justo, projeto que visa a redução da carga tributária dos jogos comercializados no Brasil. Foi fundada em 1986 por Masafumi Miyamoto e Hironobu Sakaguchi e conta no seu currículo com tíulos de peso, como Final Fantasy, Kingdom Hearts, Chrono Trigger, Xenogears, Dragon Quest entre outros.

Seja bem-vinda a nossa luta!

Conheça o selo do Jogo Justo

Antes de mais nada, gostaríamos de agradecer a todos os participantes desta campanha. Recebemos dezenas de e-mails com sugestões. Não foi fácil escolher, pois eram muitos selos bonitos.

O trabalho vencedor foi feito por Douglas Souza. Meus parabéns e obrigado por sua colaboração.

Logo mais traremos informações de como será disponibilizado o selo nos jogos.