Frequentemente os jogos eletrônicos são associados a comportamentos agressivos e/ou ações violentas. A ACIGAMES, assim como muitos educadores, pesquisadores, psicólogos etc., acredita que há vários fatores que podem influenciar o comportamento, positivamente ou não, e não apenas o ato de jogar.
Para refletir sobre este tema, a convite do SESC São Paulo, a ACIGAMES realizará o debate “Jogo Justo – desmistificando a violência nos games”, com a participação de profissionais do setor e convidados que desenvolvem trabalhos utilizando games para diversos fins e que, em comum, têm o objetivo de desmistificar os estereótipos sobre o videogame.
O evento começará com uma breve apresentação dos representantes da ACIGAMES sobre o tema. Na sequência, abrirá para debates, com a participação popular.
Para analisar a profundidade do tema em questão, estão sendo convidados representantes de veículos de comunicação e instituições, com opiniões divergentes sobre o assunto, visando melhor definição dos conceitos e esclarecimento à sociedade.
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Palestrantes:
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Moacyr Alves Jr Moacyr Alves Jr., 37 anos, formado em Administração e bacharel em contabilidade. Empresario, administra uma rede de estacionamentos e um escritório de contabilidade, fundou o projeto Jogo Justo e a ACIGAMES, onde assume o cargo de presidente. Como “gamer”, possui uma das maiores coleções de consoles de videogames do Brasil, com um acervo pessoal superior a 140 consoles. Atualmente é palestrante e estudioso desta área como forma de cultura e educação e, em prol de uma condição melhor para a indústria e comércio dos videogames no Brasil. |
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Kao “Cyber” Tokyo Professor de Design de Games e Efeitos Especiais, com especialização em Mídias Interativas e bacharel em Artes Cênicas, programador cultural do Sesc São Paulo, cenógrafo, designer digital, ilustrador, roteirista e articulista dos sites Game Cultura, Retro Games Brasil e Blogame. |
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Jaderson Ap. De Souza Pesquisador mestrando do programa TIDD – Tecnologias da Inteligência e Design Digital – Puc-Sp – e especialista em Produção e programação de Games (Senac-SP). Atuo como presidente da ONG Jogos pela Educação e como pesquisador do NUPHG – Núcleo de pesquisa em Hipermidia e Games (Puc-Sp) e do Cedipp – Centro de Comunicação Digital e Pesquisa Partilhada (USP e CNPQ). |
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Ana Nakano Formada em Psicanálise pela Sociedade Paulista de Psicanálise e Física pelo Instituto de Física da Universidade de SÃo Paulo, atualmente exerce ofício de Psicanalista. |
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Convidado para o debate Denis Lee Vlogger de temas polêmicos – Canal de Denis Lee no youtube |
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O debate “Jogo Justo – desmistificando a violência nos games” ocorrerá no dia 08 de junho, às 19h30, no SESC Consolação – Dr. Vila Nova, 245 Vila Buarque
São Paulo (SP)
Para quem não pode participar no dia, segue uma prévia da palestra:










Isso é uma boa iniciativa contra o preconceito contra jogos eletrônicos, já que de certa forma a violência tratada em jogos é sempre vista de forma negativa. Na minha sincera opinião é de responsabilidade do educador da pessoa, ensinar o básico e inclusive saber o que é certo e errado. O que vemos de notícias por aí sendo espalhadas sobre jogos influenciando as pessoas é de grande número, mas o que muitos não escrevem é que a pessoa teve uma educação fraca.
De certa forma uma educação mal feita é o que leva a muitas pessoas a encarar realidades virtuais da mesma forma que a realidade real, não digo que este é o único fator mas de certa forma é a mais preocupante numa sociedade onde a educação está sendo tratada como algo que todos devemos ter de nascimento, o que é totalmente errada.
Apoio esses tipos de debates já que é uma forma não de protesto e sim de educação social geral!
Ótima proposta, inclusive, falei sobre algo parecido no meu blog.
Boa palestra, pra quem for. ^^
Eu vou.
Assim como o Vinny, também falei sobre o assunto no meu Vlog, fiz um protesto bem humorado sobre a forma como é retratada a violência pela mídia popular brasileira, mais especificamente pela rede globo, que distorce a verdade e não visa informar a população e principalmente aos pais sobre questões importantes como o controle de conteúdo, dentre outros, segue o link abaixo para apreciação.
http://www.youtube.com/watch?v=SB0Au9rtdYY&feature=related
acho que isso é apenas uma continuação de uma grande bobagem, mem adianta , isso não vai mudar a cabeça do iracionais, mas tudo bem ,tudo que vem deste site é bom!
Ainda me lembro prefeitamente quando ganhei meu Mega Drive III de natal. Eu tinha seis anos. Junto dele vinha Sonic 2 e meu pai tinha comprado mais um cartucho: Mortal Kombat II! Na capa vinha escrito que era para maiores de 18 anos, mas lá em casa ninguém pareceu se importar. Foram os dois únicos cartuchos que meu pobre console teve e joguei ambos os jogos até enjoar. Até hoje sou adepta de jogos com bastante violência e sangue, mas na vida real nunca tive coragem de bater em ninguém. Mesmo sendo vítima de bullying minha infância toda. Não só jogos, mas qualquer coisa pode influenciar a mente de alguém. Isso só depende do quanto a pessoa se deixa levar por fatores externos.
se fosse assim eu seria o maior serial killer do mundo, eu com 2 anos joguei mortal kombat. depois vieram varios outros games. e hoje com o mk9 eu posso treinar minhas kills pra depois sair matando o povo na rua… jogo justo otima iniciativa. estou com vcs pro que der e vier esse negocio de deixar agente mais violento é absurdo.
Moacyr, que tal fazer uma palestra dessa aqui em Brasília e convidar as nossas autoridades e políticos para participarem. QUem sabe assim eles percebem que o videogame não causa os danos que eles imaginam…
Jogos são como filmes, têm classificação etária! Se isso não é respeitado a culpa é de quem compra para os filhos um jogo que não é para a idade da criança. Chega de hipocrisia, o Brasil é um país extremamente atrasado meu Deus! Daqui a pouco a Igreja começa a se meter nessa história dos games tb… afe, que paizinho vergonhoso!
Se fosse assim, futebol, igreja e até a escola deveriam ser proibidos. Povo fica querendo achar pêlo em ovo, viu!
se fosse por isso…o japao e coreia do sul seria o iraque..
Como o Rodrigo aqui já disse, há uma classificação etária para cada jogo.
Assim como vc não deixa seu filho de 7 anos assistir um violento,
vc não deveria deixa-lo jogar um jogo violento.
Aos demais que comentaram sobre jogar jogar violentos no megadrive, snes e outros:
-Antigamente não tinha o “realismo” gráfico que tem hoje, um esqueleto no megadrive, por exemplo, era quase um cartoon.
Hoje é diverente, não estou defendendo os sociopatas que culpam os jogos, mas eu não deixaria um criança jogar um jogo como Dead Space 2.
Muito bom, é uma pena que eu não poderei presenciar a palestra que irá ocorrer. Só uma pergunta a Ana Nakano é psicóloga formada em psicanálise ou é só psicanalista? Vale lembrar que nem todo psicanalista é psicólogo assim como nem todo psicólogo é psicanalista.